Depois de muitos cancelamentos, ela finalmente consegue marcar sua massagem. Quinta-feira, de manhã, cedo, bem cedo. Tudo bem, né?! Os eventos só acontecem de acordo com a agenda atribulada de uma BW.
Chega e cumprimenta a recepcionista, ambas sonolentas. Ao descobrir que a massagista era, na verdade, o massagista, ela fica envergonhada. Entra na sala, cumprimenta o massagista e sorri "a La Gioconda". O profissional retira-se e ela inicia o procedimento habitual. Já enrolada na toalha e deitada de bruços na cama, ele retorna e solicita que ela simplesmente relaxe. "Ok!", responde. Porém, a única coisa que ela não conseguia era relaxa, pois o que o marido pensaria sobre esta massagem, nenhum outro homem a havia visto nua, ao som de águas e cheiro de inceso, aos poucos ela tentou se entregar, relaxar. Tentou. Ele deu início a massagem, esfregou o óleo nas mãos e, assim, esquentou tanto o óleo como as mãos para minimizar aquela manhã gelada no corpo trêmulo dela. Cada apertão sentido, um gemido contido. Os ombros fechados, as pernas doídas e os pés exauridos sentiam aquela mão máscula, forte, precisa e generosa para com o corpo de uma mulher controladora.
Depois de muitos gemidos sufocados, o massagista parou e disse: "Eu preciso do seu corpo relaxado, eu preciso que você entre na minha energia e eu na sua. O som que sair do seu corpo deixe-o sair in natura. Não se preocupe. Sinta as sensações do toque." A palavra-chave pra ela foi som in natura. Ela assimilou e deixou o som ir, vir, sair, chegar, entrar, whatever! E, naturalmente, ela foi se sentindo mais a vontade, esqueceu da sua nudez perante aquele estranho. Depois da vergonha vencida por muitos gemidos libertados, sem preconceitos, começou a pensar no tesão. "E, se eu ficar com tesão por este cara... e me atirar nele? Ou me abrir para ele?" Sozinha e sem se expressar sorriu contida.
Os ombros já mais abertos, as pernas mais descansadas e os pés mais relaxados, a massagem foi acontecendo tudo dentro do previsto, como as anteriores. O frio e suas tremedeiras cessaram. Até que a novidade teve início. O massagista estava começando a trabalhar os pontos, as energias trântricas dela. Novamente ela pensou: "E, se eu ficar excitada? O que fazer? E, se ele ficar excitado? Oh, my God!!" Ela ficou duplamente preocupada. Preocupada com o tesão dela e com o tesão dele. Mas, ao mesmo tempo ela sabia que nada aconteceria naquele ambiente profissional, aquela hora da manhã, enfim... e com ela mesma, pois sabia até onde poderia ir. Sem perceber, ela perguntou: "As suas ..., suas pacientes ficam excitadas com essa massagem?" "Às vezes, algumas sim, outras não. Tudo depende da energia trocada.", respondeu prontamente. "Merda!!", ela pensa.
Pensa e pensa em tudo. Pensa que se estivesse bem emocionalmente, não teria vindo; pensa que se estivesse bem sexualmente com o marido, também não teria vindo; pensa que se fosse menos controladora, não teria vindo. Ou não. Na verdade, queria colocar um monte de desculpas para um vontade castrada há muitos anos. Um vontade de se conhecer e re-conhecer o seu próprio sexo, de se reconectar também. A sensação de abafamento foi aos poucos sendo substituída por uma liberdade sem explicação. Ela fora tocada generosamente, estava muito grata e ainda carente, pediu um pouco de proteção ainda de bruços. O massagista a abraçou humanamente, e talvez, com um pouco de lascívia nos olhos também, por que não?! Agradeceu, sorriu e saiu.
Saiu sentindo-se livre e leve. Seu corpo estava diferente. O corpo era pura consciência e fluidez. Ao longo do dia, os movimentos, os gestos aconteceram de forma precisa e leve, "a La poesia de Manoel de Barros". Sentiu-se livre, livre, livre e excitada. Passou o dia excitada, molhada em meio a pensamentos carnais e, em como a energia saiu quente do seu cóccix e explodiu na altura da nuca ao término da massagem. Aquilo foi inesperado para ela.
Ao chegar em casa, não se conteve e ainda sozinha, tocou-se de forma generosa, carinhosa e com lascívia viva nas mãos. Masturbou-se como nunca havia se masturbado e teve um gozo livre, leve e farto. Satisfeita, sorriu para sim mesma e sentiu-se menos gorda e um pouco mais feminina, sensual e com todos os lábios com o doce gosto de chocolate Bis.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Uma massagem e duas liberdades... (a)
Depois de muitos cancelamentos, ela finalmente consegue marcar sua massagem. Quinta-feira, de manhã, cedo, bem cedo. Tudo bem, né?! Os eventos só acontecem de acordo com a agenda atribulada de uma BW.
Chega e cumprimenta a recepcionista, ambas sonolentas. Ao descobrir que a massagista era, na verdade, o massagista, ela fica envergonhada. Entra na sala, cumprimenta o massagista e sorri "a La Gioconda". O profissional retira-se e ela inicia o procedimento habitual. Já enrolada na toalha e deitada de bruços na cama, ele retorna e solicita que ela simplesmente relaxe. "Ok!", responde. Porém, a única coisa que ela não conseguia era relaxa, pois o que o marido pensaria sobre esta massagem, nenhum outro homem a havia visto nua, ao som de águas e cheiro de inceso, aos poucos ela tentou se entregar, relaxar. Tentou. Ele deu início a massagem, esfregou o óleo nas mãos e, assim, esquentou tanto o óleo como as mãos para minimizar aquela manhã gelada no corpo trêmulo dela. Cada apertão sentido, um gemido contido. Os ombros fechados, as pernas doídas e os pés exauridos sentiam aquela mão máscula, forte, precisa e generosa para com o corpo de uma mulher controladora.
Depois de muitos gemidos sufocados, o massagista parou e disse: "Eu preciso do seu corpo relaxado, eu preciso que você entre na minha energia e eu na sua. O som que sair do seu corpo deixe-o sair in natura. Não se preocupe. Sinta as sensações do toque." A palavra-chave pra ela foi som in natura. Ela assimilou e deixou o som ir, vir, sair, chegar, entrar, whatever! E, naturalmente, ela foi se sentindo mais a vontade, esqueceu da sua nudez perante aquele estranho. Depois da vergonha vencida por muitos gemidos libertados, sem preconceitos, começou a pensar no tesão. "E, se eu ficar com tesão por este cara... e me atirar nele? Ou me abrir para ele?" Sozinha e sem se expressar sorriu contida.
Os ombros já mais abertos, as pernas mais descansadas e os pés mais relaxados, a massagem foi acontecendo tudo dentro do previsto, como as anteriores. O frio e suas tremedeiras cessaram. Até que a novidade teve início. O massagista estava começando a trabalhar os pontos, as energias trântricas dela. Novamente ela pensou: "E, se eu ficar excitada? O que fazer? E, se ele ficar excitado? Oh, my God!!" Ela ficou duplamente preocupada. Preocupada com o tesão dela e com o tesão dele. Mas, ao mesmo tempo ela sabia que nada aconteceria naquele ambiente profissional, aquela hora da manhã, enfim... e com ela mesma, pois sabia até onde poderia ir. Sem perceber, ela perguntou: "As suas ..., suas pacientes ficam excitadas com essa massagem?" "Às vezes, algumas sim, outras não. Tudo depende da energia trocada.", respondeu prontamente. "Merda!!", ela pensa.
Pensa e pensa em tudo. Pensa que se estivesse bem emocionalmente, não teria vindo; pensa que se estivesse bem sexualmente com o marido, também não teria vindo; pensa que se fosse menos controladora, não teria vindo. Ou não. Na verdade, queria colocar um monte de desculpas para um vontade castrada há muitos anos. Um vontade de se conhecer e re-conhecer o seu próprio sexo, de se reconectar também. A sensação de abafamento foi aos poucos sendo substituída por uma liberdade sem explicação. Ela fora tocada generosamente, estava muito grata e ainda carente, pediu um pouco de proteção ainda de bruços. O massagista a abraçou humanamente, e talvez, com um pouco de lascívia nos olhos também, por que não?! Agradeceu, sorriu e saiu.
Saiu sentindo-se livre e leve. Seu corpo estava diferente. O corpo era pura consciência e fluidez. Ao longo do dia, os movimentos, os gestos aconteceram de forma precisa e leve, "a La poesia de Manoel de Barros". Sentiu-se livre, livre, livre e excitada. Passou o dia excitada, molhada em meio a pensamentos carnais e, em como a energia saiu quente do seu cóccix e explodiu na altura da nuca ao término da massagem. Aquilo foi inesperado para ela.
Ao chegar em casa, não se conteve e ainda sozinha, tocou-se de forma generosa, carinhosa e com lascívia viva nas mãos. Masturbou-se como nunca havia se masturbado e teve um gozo livre, leve e farto. Satisfeita, sorriu para sim mesma e sentiu-se menos gorda e um pouco mais feminina, sensual e com todos os lábios com o doce gosto de chocolate Bis.
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Um comentário:
Amada, eu também voltei a escrever, mas minhas memórias não são tão deliciosas quanto as "dela". Passa lá. beijo tenro,
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