Em algum lugar estava escrito... (talvez Maktub? Enfim!) que os primeiros cem dias do ano seriam decisivos na vida de uma pessoa. Os primeiros cem dias que ela determinasse para ela mesma ou os primeiros cem dias depois do reveillon? "Vai sabê!!"
Ela acordou, correu como sempre. Enquanto coloca a água para ferver, escova os dentes, acorda o filho, volta; coloca o pó no coador, volta; enxagua a boca e guarda a escova de dente, volta; verifica a temperatura da água, volta; tenta acordar novamente o filho, volta; a água já está no ponto e joga vagarosamente a água no coador. O cheiro de café ocupa toda a casa, a sensação do nascer de mais um dia atarefado já a deixa exaurida. Volta e tenta pela última vez e definitivamente acordar o filho que apenas deseja nanar mais um pouquinho. Naquele instante, o pequeno coração de mãe compreendeu o choro dengoso, preguiçoso e sonolento do filho, ela se rendeu e deitou na cama com ele.
Os dois acordaram às 10h30. Ela tomou seu café requentado e ele o leite fresquinho. Ele teve a primeira falta do ano na escolinha, ela mais um dia que pode ver o mundo guiado pelos olhos de uma criança. Ele sai de casa para brincar na varanda e ele diz para ela: "A lua!" Ela ri. "Mamãe, quélo pegá a lua." Ela deixa o filho pegar a lua. Na verdade, ela também queria pegar a lua. Ao sair para varanda, vê as perninhas do filho se esticando, na pontinha dos pés, as mãozinhas para o alto na direção da lua parcialmente amostra. Ela também se estica toda. O filho brilha e sorri. "Mamãe... num quélo mais pegá a lua." Entretanto, ela ainda queria.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
O primeiro dia de uma vida prazerosa
Em algum lugar estava escrito... (talvez Maktub? Enfim!) que os primeiros cem dias do ano seriam decisivos na vida de uma pessoa. Os primeiros cem dias que ela determinasse para ela mesma ou os primeiros cem dias depois do reveillon? "Vai sabê!!"
Ela acordou, correu como sempre. Enquanto coloca a água para ferver, escova os dentes, acorda o filho, volta; coloca o pó no coador, volta; enxagua a boca e guarda a escova de dente, volta; verifica a temperatura da água, volta; tenta acordar novamente o filho, volta; a água já está no ponto e joga vagarosamente a água no coador. O cheiro de café ocupa toda a casa, a sensação do nascer de mais um dia atarefado já a deixa exaurida. Volta e tenta pela última vez e definitivamente acordar o filho que apenas deseja nanar mais um pouquinho. Naquele instante, o pequeno coração de mãe compreendeu o choro dengoso, preguiçoso e sonolento do filho, ela se rendeu e deitou na cama com ele.
Os dois acordaram às 10h30. Ela tomou seu café requentado e ele o leite fresquinho. Ele teve a primeira falta do ano na escolinha, ela mais um dia que pode ver o mundo guiado pelos olhos de uma criança. Ele sai de casa para brincar na varanda e ele diz para ela: "A lua!" Ela ri. "Mamãe, quélo pegá a lua." Ela deixa o filho pegar a lua. Na verdade, ela também queria pegar a lua. Ao sair para varanda, vê as perninhas do filho se esticando, na pontinha dos pés, as mãozinhas para o alto na direção da lua parcialmente amostra. Ela também se estica toda. O filho brilha e sorri. "Mamãe... num quélo mais pegá a lua." Entretanto, ela ainda queria.
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